Andrade rebate acusações ao prefeito na questão dos médicos contratados

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O vereador Igor Andrade (SD) rebateu acusações feitas por Matheus Cavalcante (Cidadania) de que o prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL) teria reduzido os salários dos médicos contratados que prestam serviço na rede de saúde pública municipal.

Detalhou a questão informando que na gestão do então prefeito Zenaldo Coutinho (PSDB), até dezembro de 2020, um médico municipal recebia 1.180 reais por plantão. Esse valor foi aumentado para 1.800 reais graças a um abono concedido em decorrência da Pandemia de Covid 19, que exigia maiores esforços das equipes médicas. Ainda de acordo com Andrade, diante da redução dos casos de Covid na capital, demonstrada pelos leitos clínicos e de UTI totalmente desocupados, o abono foi extinto. “Porém, ainda assim, como a Prefeitura avaliou que o valor original do plantão de 1.180 reais não era mais adequado, reajustou esse valor para 1.600 reais. Este é agora o básico do médico no município”. Esse valor teria sido fruto de acordo firmado entre a Secretaria de Saúde (Sesma) e o Sindicato dos Médicos, que também definiram um máximo de 14 plantões mensais para cada médico. Antes do acordo eram 17.

O motivo da denuncia de Cavalcante, no entendimento de Andrade, surgiu de um grupo de médicos que não aceita o acordo entre a Sesma e o Sindicato e que estaria disposto a levar a categoria a uma greve parcial do tipo “operação tartaruga”, atendendo prioritariamente somente casos de urgência nas unidades de saúde municipais. “Eu presumo que a intenção deles, ao fazer uma greve dessas, é a de tumultuar o ambiente”, finalizou.

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